Nasceu em Maglie, na província de Lecce, Puglia.
Era presidente da Democracia Cristã, na Itália, quando, em 9 de maio de 1978, depois de ficar 55 dias refém das Brigadas Vermelhas, foi encontrado morto com 11 tiros num carro em Roma. Até o governo comunista de Moscou condenou o assassinato, cometido em nome dos ideais da esquerda revolucionária. Moro apoiava um governo de coalizão com o Partido Comunista Italiano.
Catedrático de Direito Penal, foi deputado pela Democracia Cristã em 1948 e, desde 1955, várias vezes ministro dos Negócios Estrangeiros. Entre 1963 e 1976, dirigiu três governos da coligação com os socialistas.

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